
A Federação Internacional de Motociclismo divulgou um curto comunicado onde parece querer indicar qual será o limite daquilo que irão aceitar, tendo em conta a utilização de motos baseadas em modelos de produção. Estas declarações visam principalmente a nova categoria Moto1, mas também fazem referência às motos de 600 cc da categoria Moto2.
“Durante a realização da ronda do Mundial de Superbikes em São Marino, e tendo por referência algumas entrevistas recentemente publicadas em vários websites, o Presidente da FIM, Vitto Ipplito reitera aquilo que já foi declarado em inúmeras ocasiões: Qualquer modelo de motociclo completo que seja derivado de produção, homologado ou não para o Mundial de Superbikes / Supersport / Superstock não se poderá candidatar nem será aceite nas categorias FIM de Grandes Prémios.”
As palavras-chave desta curta declaração da FIM são “motociclo completo”. Analisando as regras e este reiterar de posição de Vitto Ippolito, ficamos a saber (novamente) que as únicas categorias com motos de produção continuam a ser as SBK e as SSP, mas a realidade é que a definição da palavra “completo” ainda está aberta a algumas interpretações…
Fonte: Motociclismo