Que tal um turbo para uma Diavel? - com vídeo

Já na sua configuração de origem a Ducati Diavel é uma cruiser bastante rápida mas, o pessoal da Commonwealth Motorcycles, empresa especializada em modelos da marca italiana (entre outras marcas europeias) sediada no estado americano do Kentucky, achou por bem que à Diavel ainda lhe faltava qualquer coisa… talvez um turbo?

Então decidiram que o projeto da empresa para este Inverno seria a construção de uma Diavel Turbo, e que seriam os primeiros no mundo a conseguirem-no fazer com sucesso e de forma fiável.

Como base para este projeto a Commonwealth Motorcycles partiu de uma Ducati Diavel Carbon “zero quilómetros”, retirou praticamente tudo o que podia de cima do quadro à exceção do motor bicilíndrico.

O projeto de construção ainda se encontra em desenvolvimento, mas a Commonwealth Motorcycles já deixou escapar alguns dados da Diavel Turbo após ter sido “ligeiramente” trabalhada:

- 236 cv às 10.000 rpm (utilizando combustível da bomba de gasolina);
- 18 kgf-m (de origem o motor Testrastretta 11º apresenta 13 kgf-m);
- Turbo GT 2860R da Garret;
- Sistema de escape 2-1 totalmente fabricado à mão e específico para a Diavel Turbo;
- Caixa-de-ar modificada e fabricada em alumínio;
- Sistema de injeção com injetores maiores, bomba de combustível maior;
- Sistema de regulação externa da pressão do combustível (o de origem não suportava as exigências…);
- Power Commander V especialmente modificado pela Dyno Jet para este projeto;
- ECU de fábrica modificado;
- Interior do motor inalterado, à exceção de pequenas modificações na embraiagem.

Dentro em breve prometem-nos que irão disponibilizar imagens da Ducati Diavel Turbo finalizada e, após passarem mais de 200 horas a trabalhar no projeto, já publicaram um vídeo da moto a trabalhar e que pode ver em baixo.

Diavel com turbo

Performance de Rossi recebe tratamento ''A queda de Hitler''

Não está fácil a vida de Valentino Rossi neste seu segundo ano aos comandos da Desmosedici da Ducati e, a corrida de estreia da GP12 no circuito de Losail, com uma prestação muito aquém daquilo que os “ducatisti” esperavam, já deu ideias a alguns para brincarem com a situação da Ducati.

Aproveitando uma parte do filme “A Queda de Hitler”, o autor da montagem brinca com a qualificação de Rossi e, pelo meio, vai utilizando um conjunto de piadas que muitos fãs da marca italiana vão reconhecer.

Veja em baixo o vídeo:

A Queda de Rossi

AMG não quer a Ducati e Audi não quer a totalidade!

Continua a autêntica novela em que se tornou o negócio anunciado pela família Bonomi, que controla a Investindutrial, que por sua vez detém 70 por cento da Ducati. Contrariamente ao último rumor em relação ao negócio, a AMG, divisão de alta performance da Mercedes, detida pela Daimler, não está interessada em realizar o negócio e coloca-se fora da “corrida” milionária.

De acordo com um porta-voz da Daimler “nós não temos qualquer intenção de tomar conta da Ducati”, referiu num comunicado simples e sucinto.

Noutro ponto desta novela, a Audi já terá realmente feito uma oferta pela aquisição de apenas parte das ações da Ducati na posse da família Bonomi, ou seja, em vez de passar a ser única proprietária da marca sediada em Borgo Panigale, a Audi pretende ser uma parceira no futuro da Ducati.

Estes novos contornos parecem ser do agrado da Andrea Bonomi, que assim conseguiria manter-se na liderança (ainda que partilhada) da “sua” marca preferida, ao mesmo tempo que dotava o grupo italiano de outros argumentos financeiros necessários para concretizar os planos de futuro da Ducati.

Com a Daimler a auto excluir-se da corrida pela compra da Ducati, em cena entra um novo “jogador”.

Lapo Elkann, herdeiro da família Agnelli (grupo Fiat) e responsável pelo departamento de “alta-costura” da Ferrari - departamento que tem como objetivo satisfazer todo e qualquer desejo dos ricos e poderosos que acham um Ferrari de série demasiado… vulgar.

Em conversa com a revista italiana de moda Panorama Icon, Elkann refere que “sinto-me um verdadeiro patriota, e não gostaria que a Ducati fosse vendida aos estrangeiros e acabasse nas mãos erradas”.

No entanto, Lapo Elkann refere que “o valor que a administração está a pedir pela Ducati é exorbitante! O que é que eu faria no caso de baixarem esse valor? Bem, nesse caso pensaria seriamente em fazer uma oferta!”.

Para os que não conhecem Lapo Elkann e a sua possível influência neste negócio, convém referir que aos 34 anos é o responsável pelo departamento de comunicação e marketing da Fiat. Foi a “mente” por detrás do renascimento do grupo através da criação do novo Fiat 500 e, entre os seus amigos contam-se personalidades como Valentino Rossi… atual piloto da Ducati em MotoGP.

Alegadamente terá sido essa amizade que permitiu à Yamaha agarrar o patrocínio da Fiat durante a estadia de Rossi na Yamaha, pelo que a sua amizade com “Il Dottore” poderá revelar-se crucial no desenrolar da história.

Para além de ser várias vezes eleito pelo mundo da moda como “o mais bem vestido”, Lapo Elkann tem uns gostos pessoais bastante fora do comum: conduz um Ferrari 458 Itália com uma pintura camuflada, com interior em pele também camuflado e o motor também conta com o mesmo acabamento camuflado!

Com este tipo de personalidade virada para a moda, não será difícil de pensar que Lapo Elkann é um fã da recentemente divulgada Ducati Monster 1100 Evo Diesel, sendo que, caso venha a ser ele o novo proprietário da Ducati, as opções de personalização dos modelos saídos de Borgo Panigale irão satisfazer os desejos mais íntimos dos “ducatisti”.

Page 1 of 4